quinta-feira, 7 de julho de 2011

Ricardo Teixeira o dono da BOLA

                   Sabe aquela brincadeira, que o dono da Bola tem que jogar de qualquer maneira, assim parece o Sr. Ricardo Teixeira com a CBF, num tipico rompante, ele afirma, - ninguém tem a ver com as contas da CBF, isto até pode ser verdade, mas a CBF cuidando do maior esporte brasileiro e mexendo com milhões de apaixonados, no minimo deveria ser tudo muito bem explicado.

                  Na entrevista abaixo, ele fala que ninguém pergunta sobre as contas do Bradesco e do HSBC, mas tem duas grandes diferenças nisto, primeiro os dois são altamente fiscalizados pelo Banco Central e Governo Federal, e se não andar na linha perdem tudo, e a segundo, que eu jogo a mais importante, ninguém sai domingo de casa, muitas vezes com a família, para torcer, chorar, vibrar e comemorar pelo BRADESCO e HSBC.








A revista, Ricardo Teixeira revela desprezo por denúncias de corrupção: 'Cag... montão'

por ESPN.com.br
Em entrevista à Revista Piauí deste mês, o presidente da CBF e do Comitê Organizador da Copa de 2014, Ricardo Teixeira, revelou não ligar para as denúncias de corrupção durante seu período como principal dirigente do futebol brasileiro. "Não ligo. Aliás, caguei. Caguei montão", disparou.

Na reportagem, Teixeira lembra que não foi condenado pela Justiça e atacou parte da imprensa. Sobre a CPI da Nike, no começo dos anos 2000, por exemplo, ele disse: "Reviraram tudo e não acharam nada. Foi tudo arquivado. E aí? O Ministério Público é incompetente?"

"Já falaram tudo de mim: que eu trouxe contrabando em avião da Seleção, a CPI da Nike e a do Futebol, que tem sacanagem na Copa de 2014. É tudo coisa da mesma patota, UOL, Folha, Lance, ESPN, que fica repetindo as mesmas merdas", afirmou.

Ricardo Teixeira falou que os negócios da CBF não deveriam chamar a atenção da imprensa. "Que porra as pessoas têm a ver com as contas da CBF? Que porra elas têm a ver com a contabilidade do Bradesco ou do HSBC? Isso tudo é entidade pri-va-da. Não tem dinheiro público, não tem isenção fiscal. Por que merda todo mundo enche o saco?", explicou.

Para o dirigente, tudo não passa de inveja dos brasileiros. "O neguinho do Harlem olha para o carrão do branco e fala 'Quero um igual'. O negro não quer que o branco se foda e perca o carro. Mas no Brasil não é assim. É essa coisa de quinta categoria."

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