terça-feira, 5 de julho de 2011

FIFA + Corrupção


     Cedo ou tarde a Fifa ia admitir que houve corrupção, mas agora temos que ver os desdobramentos.


Fifa admite corrupção de cartolas, mas não pune

23 de junho de 2011 | 0h 00



Jamil Chade - O Estado de S.Paulo

Documentos internos da Fifa revelam que Mohamed Bin Hammam e o então vice-presidente da entidade, Jack Warner, pagaram propinas para tentar garantir a vitória do árabe na escolha do novo presidente.
Mas nenhum dos dois será punido. Três dias depois de receber o mesmo relatório, Warner optou por abandonar a Fifa, depois de 30 anos na entidade. Bin Hammam, que havia se apresentado c0mo candidato de oposição a Joseph Blatter nas eleições que ocorreram no início do mês, desistiu de concorrer ao perceber que se complicaria.
Segundo o relatório do Comitê de Ética da Fifa, existe "ampla evidência"" de que Bin Hammam usou propinas na campanha eleitoral - acusado de distribuir até US$ 40 mil para cada presidente de federação ligada à Concacaf, em troca de seus votos.
Warner teria sido um "assessor"" para concretizar a corrupção, pois ajudou na entrega do dinheiro e organizou a reunião, realizada em Trinidad e Tobago, seu país natal.
Por semanas, ninguém tocou no assunto e as federações não denunciaram o recebimento do dinheiro. Agora, alguns dizem que estão pensando em devolver o "presente"".
O presidente da federação de futebol de Bahamas, Fred Lunn, chegou a fazer fotos do dinheiro.
Ontem, o deputado inglês Damian Collins pediu que o caso contra Warner seja reaberto.
Há dois dias, a Fifa indicou que, por conta do encerramento de seu processo, a presunção de inocência do caribenho estava garantida - Warner ameaçara revelar os bastidores de corrupção na Fifa se fosse condenado. 


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