Que o Brasil é um produtor de craques no futebol, isto ninguém tem duvida, mas que a partir de uma economia mas forte, estamos conseguindo mantes jovens talentos por mais tempo no mercado brasileiro, isto sim é novidade.
Mas claro que tudo isto pode tem um preço alto no futuro, como uma bolha nos salários inflados de atletas, contratos com recursos oriundo de atividades duvidosas e principalmente enfraquecimento dos clubes que não tiverem capacidade financeira para competir com os grandes.
Atento a tudo isto, os profissionais dos clubes, considerados organizados, estão demonstrado de uma forma criativa e adequada que as finanças dos clubes devem se manter equilibradas, mesmo mantendo jovens talentos com salários elevados.
O mercado é alto regulador, a oferta e a demanda normalmente se equivalem, mas para manter ele equilibrado, devemos planejar os clubes em sua estrutura organizacional, financeira e patrimonial, acho que só assim os clubes que não tiverem elevamos valores com receitas de TV e Patrocinadores poderão sobreviver.
Real forte põe clubes brasileiros na guerra por jogadores, diz Financial Times
Jornal britânico lembra que muitos atletas estão retornando para jogar no Brasil

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São Paulo – Uma reportagem publicada pelo jornal Financial Times nesta segunda-feira (18) diz que o real valorizado frente ao euro e à libra esterlina está revertendo uma onda de exportações de jogadores de futebol do Brasil para a Europa.
A matéria cita a agência de marketing Prime Time para informar que os gastos com contratação de novos jogadores no Brasil subiram 63% em 2010 em relação ao ano anterior, enquanto as aquisições europeias caíram 29% no mesmo período.“Jovens estrelas estão jogando mais no Brasil antes de migrar para a Europa, enquanto os veteranos estão voltando para casa mais cedo por causa do estreitamento das disparidades salariais que ocorreu a partir da crise europeia”, afirmam os jornalistas Joe Leahy e Andrew Downie.
“O número total de jogadores 'exportados' do Brasil também caiu 14% em 2009, último ano que tem dados disponíveis”, diz o texto.
O diário britânico lembra que a Europa registrou grande inflação dos preços de jogadores de futebol ao longo dos últimos 10 anos, algo parecido com o boom imobiliário.

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