domingo, 24 de julho de 2011

Craque tipo Exportação


                  Que o Brasil é um produtor de craques no futebol, isto ninguém tem duvida, mas que a partir de uma economia mas forte, estamos conseguindo mantes jovens talentos por mais tempo no mercado brasileiro, isto sim é novidade.

                Mas claro que tudo isto pode tem um preço alto no futuro, como uma bolha nos salários inflados de atletas, contratos com recursos oriundo de atividades duvidosas e principalmente enfraquecimento dos clubes que não tiverem capacidade financeira para competir com os grandes.

                Atento a tudo isto, os profissionais dos clubes, considerados organizados, estão demonstrado de uma forma criativa e adequada que  as finanças dos clubes devem se manter equilibradas, mesmo mantendo jovens talentos com salários elevados.

                  O mercado é alto regulador, a oferta e a demanda normalmente se equivalem, mas para manter ele equilibrado, devemos planejar os clubes em sua estrutura organizacional, financeira e patrimonial, acho que só assim os clubes que não tiverem elevamos valores com receitas de TV e Patrocinadores poderão sobreviver.  




Real forte põe clubes brasileiros na guerra por jogadores, diz Financial Times

Jornal britânico lembra que muitos atletas estão retornando para jogar no Brasil

RENATO PIZZUTTO
Neymar, do Santos
Neymar, do Santos: pacote de benefícios segura o jovem craque no Brasil
São Paulo – Uma reportagem publicada pelo jornal Financial Times nesta segunda-feira (18) diz que o real valorizado frente ao euro e à libra esterlina está revertendo uma onda de exportações de jogadores de futebol do Brasil para a Europa.

A matéria cita a agência de marketing Prime Time para informar que os gastos com contratação de novos jogadores no Brasil subiram 63% em 2010 em relação ao ano anterior, enquanto as aquisições europeias caíram 29% no mesmo período.“Jovens estrelas estão jogando mais no Brasil antes de migrar para a Europa, enquanto os veteranos estão voltando para casa mais cedo por causa do estreitamento das disparidades salariais que ocorreu a partir da crise europeia”, afirmam os jornalistas Joe Leahy e Andrew Downie.
“O número total de jogadores 'exportados' do Brasil também caiu 14% em 2009, último ano que tem dados disponíveis”, diz o texto.
O diário britânico lembra que a Europa registrou grande inflação dos preços de jogadores de futebol ao longo dos últimos 10 anos, algo parecido com o boom imobiliário.

Nenhum comentário:

Postar um comentário