terça-feira, 7 de junho de 2011

Força do futebol, assusta mercado dos EUA

               

                Caros amigos leitores, navegando pela  internet consegui esta reportagem sobre o mercado do futebol nos EUA, todos nos sabemos que hoje em dia o mercado americano nem aparece nos olhos dos clubes em relação a transferências internacionais de jogadores.

           Mas saiba que isto esta mudando, principalmente por que não podemos desconsiderar, que o mercado americano, gira metade de toda receita mundial em esporte, coisa de 1 trilhão e 500 bilhões de dólares no mundo. 

             A cada gol, cesta, ou raquetada por exemplo, as caixas registradores das empresas de marketing esportivo rodam numa velocidade impressionante. Trata-se hoje de uma das mais lucrativas indústrias do planeta, que contribui com o nascimento de grandes companhias e fortunas da noite para o dia.

              No Brasil estima-se que os valores em 2013 girem em torno de 3% do PIB,isto sem contar o inicio da copa e da olimpíada.

              Bom voltando ao assunto do mercado dos EUA, umas das principais barreiras para contratar jogadores de outra nacionalidade, é justamente da Federação America, que estipula salários e distribuis os atletas nos clube, tudo para as equipes ficarem niveladas, algo parecido com a NBA.

        Mas isto esta para terminar, e equipes, como a Rad Bull, já estão se movimentando.

Segue reportagem: 


Força do futebol assusta mercado dos EUA

qua, 04/05/11
por leopoldovaz |
categoria Futebol
A força dos clubes de futebol tem assustado o mercado americano. Há uma semana, o “Sport Business Journal”, principal veículo sobre negócios do esporte dos EUA, publicou uma reportagem sobre a presença dos clubes de futebol nas redes sociais. O resultado, segundo a publicação, é alarmante: das cinco marcas ligadas a esporte e que tem o maior número de seguidores, quatro são clubes de futebol. O levantamento tinha como universo a soma de seguidores dos clubes no Facebook e no Twitter.
 Na lista apresentada pelo “SBJ”, os cinco primeiros clubes mais populares nas redes sociais são os seguintes:
  1. Barcelona (13,5 milhões de seguidores)
  2. Real Madrid (13,2 milhões de seguidores)
  3. Manchester United (12,1 milhões de seguidores)
  4. Los Angeles Lakers (9,5 milhões de seguidores)
  5. Arsenal (5,9 milhões de seguidores)
O resultado, na visão americana, mostra uma preocupação para o negócio dos outros esportes. O futebol, segundo eles, tem tomado conta do mercado mundial, ao passo que os times americanos, independentemente de qual esporte represente, continuam com atuação restrita aos Estados Unidos.
 Esse é um ponto crucial e um dilema que os americanos terão pela frente nos próximos anos. Com a retração do mercado dos EUA, é fundamental para o crescimento dos times de lá a busca de novos torcedores. Com menos dinheiro para gastar desde a crise, o americano tem cortado os investimentos em esporte. O crescimento da audiência de TV no esporte e a queda da presença de público nos estádios e ginásios são um reflexo disso. Sem tanta verba, o torcedor prefere acompanhar de casa o esporte a ir ao evento.
 Com isso, é fundamental que o esporte vá para outras regiões do planeta, em busca de dinheiro novo, especialmente dos mercados da China, da Índia e do Brasil, os três mais cobiçados na atualidade. Mas, aí, o problema para o americano é que em sua maioria esses países já estão tomado pelos clubes de futebol, especialmente os da Europa.
 “Se tem algo que temos de aprender com o que tem acontecido lá fora, é que esses times de futebol são hoje marcas globais”, resumiu o vice-presidente da área digital da NBA, Bryan Perez, na reportagem do SBJ.
Sim, dentre a mais de uma centena de funcionários que a liga de basquete dos EUA têm, um é responsável por olhar a área de ações digitais. Prova de que o modelo americano de gerenciar o esporte está anos-luz à frente do restante do planeta. Mas, agora, o americano percebeu que não adianta mais olhar apenas para o próprio umbigo.
 Enquanto isso, no Brasil, os clubes, salvo raríssimas exceções, seguem considerando que globalização significa, simplesmente, jogar o Mundial de Clubes no final do ano…
 por Erich Beting






Em breve, mercado Chines e Oriente Médio 


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