Caros amigos leitores, navegando pela internet consegui esta reportagem sobre o mercado do futebol nos EUA, todos nos sabemos que hoje em dia o mercado americano nem aparece nos olhos dos clubes em relação a transferências internacionais de jogadores.
Mas saiba que isto esta mudando, principalmente por que não podemos desconsiderar, que o mercado americano, gira metade de toda receita mundial em esporte, coisa de 1 trilhão e 500 bilhões de dólares no mundo.
A cada gol, cesta, ou raquetada por exemplo, as caixas registradores das empresas de marketing esportivo rodam numa velocidade impressionante. Trata-se hoje de uma das mais lucrativas indústrias do planeta, que contribui com o nascimento de grandes companhias e fortunas da noite para o dia.
No Brasil estima-se que os valores em 2013 girem em torno de 3% do PIB,isto sem contar o inicio da copa e da olimpíada.
Bom voltando ao assunto do mercado dos EUA, umas das principais barreiras para contratar jogadores de outra nacionalidade, é justamente da Federação America, que estipula salários e distribuis os atletas nos clube, tudo para as equipes ficarem niveladas, algo parecido com a NBA.
Mas isto esta para terminar, e equipes, como a Rad Bull, já estão se movimentando.
Segue reportagem:
Força do futebol assusta mercado dos EUA
qua, 04/05/11
por leopoldovaz |
categoria Futebol
A força dos clubes de futebol tem assustado o mercado americano. Há uma semana, o “Sport Business Journal”, principal veículo sobre negócios do esporte dos EUA, publicou uma reportagem sobre a presença dos clubes de futebol nas redes sociais. O resultado, segundo a publicação, é alarmante: das cinco marcas ligadas a esporte e que tem o maior número de seguidores, quatro são clubes de futebol. O levantamento tinha como universo a soma de seguidores dos clubes no Facebook e no Twitter.
Na lista apresentada pelo “SBJ”, os cinco primeiros clubes mais populares nas redes sociais são os seguintes:
- Barcelona (13,5 milhões de seguidores)
- Real Madrid (13,2 milhões de seguidores)
- Manchester United (12,1 milhões de seguidores)
- Los Angeles Lakers (9,5 milhões de seguidores)
- Arsenal (5,9 milhões de seguidores)
O resultado, na visão americana, mostra uma preocupação para o negócio dos outros esportes. O futebol, segundo eles, tem tomado conta do mercado mundial, ao passo que os times americanos, independentemente de qual esporte represente, continuam com atuação restrita aos Estados Unidos.
Esse é um ponto crucial e um dilema que os americanos terão pela frente nos próximos anos. Com a retração do mercado dos EUA, é fundamental para o crescimento dos times de lá a busca de novos torcedores. Com menos dinheiro para gastar desde a crise, o americano tem cortado os investimentos em esporte. O crescimento da audiência de TV no esporte e a queda da presença de público nos estádios e ginásios são um reflexo disso. Sem tanta verba, o torcedor prefere acompanhar de casa o esporte a ir ao evento.
Com isso, é fundamental que o esporte vá para outras regiões do planeta, em busca de dinheiro novo, especialmente dos mercados da China, da Índia e do Brasil, os três mais cobiçados na atualidade. Mas, aí, o problema para o americano é que em sua maioria esses países já estão tomado pelos clubes de futebol, especialmente os da Europa.
“Se tem algo que temos de aprender com o que tem acontecido lá fora, é que esses times de futebol são hoje marcas globais”, resumiu o vice-presidente da área digital da NBA, Bryan Perez, na reportagem do SBJ.
Sim, dentre a mais de uma centena de funcionários que a liga de basquete dos EUA têm, um é responsável por olhar a área de ações digitais. Prova de que o modelo americano de gerenciar o esporte está anos-luz à frente do restante do planeta. Mas, agora, o americano percebeu que não adianta mais olhar apenas para o próprio umbigo.
Enquanto isso, no Brasil, os clubes, salvo raríssimas exceções, seguem considerando que globalização significa, simplesmente, jogar o Mundial de Clubes no final do ano…
por Erich Beting
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